
P90 | Blue Tac
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Sobre P90 | Blue Tac
Duas sílabas de papelaria britânica. Hidrografia azul e cinza sobre uma submetralhadora bullpup.
A P90 Blue Tac tem um nome que parece simples até que o jogador percebe o que ele realmente diz. "Blue Tac" — duas sílabas curtas que, à primeira leitura, descrevem a cor da pele e pouco mais. Mas a pronúncia é praticamente idêntica à de um produto doméstico britânico que vive grudado no verso de pôsteres, fichários escolares e quadros de recados. Blu Tack. A massinha adesiva azul que a marca Bostik fabrica há muito tempo, vendida em embalagens retangulares em boa parte do mundo. Quando essa conexão fonética se revela, a piada da skin se abre: uma submetralhadora recebeu nome de papelaria.
A Massinha Que Nasceu Por Acidente
Blu Tack é uma marca britânica fabricada pela Bostik, e a história do produto é tão improvável quanto a de qualquer outro objeto cujo nome acabou impresso numa skin de CS2. A invenção aconteceu em Leicester, na Inglaterra, durante uma tentativa fracassada de desenvolver um selante industrial. O experimento envolvia pó de giz, borracha e óleo. O composto que saiu do teste não serviu para o propósito original — mas os colegas do operário começaram a usar a gosma sobrante para prender bilhetes nas mesas uns dos outros. O acidente virou produto.
Há um detalhe de design nessa história que merece atenção especial. Em sua forma conceitual, a massinha era branca. Uma consulta a consumidores devolveu uma preocupação inesperada: pais temiam que crianças confundissem o material com doce e engolissem. A fábrica então pigmentou o composto de azul para evitar confusão com algo comestível. O que começou como precaução de segurança virou a identidade visual inteira do produto. A Blu Tack se tornou "aquela massinha azul" na memória coletiva britânica, e o nome da pele de CS2 herda exatamente esse reconhecimento imediato.
Um composto que falhou como selante. Uma cor escolhida para afastar crianças famintas. E, muito depois, uma referência cruzada numa submetralhadora belga de carregador superior. A distância entre os dois pontos é parte do que torna o trocadilho curioso.
O Filme Azul Sobre o Bullpup
A descrição in-game da P90 repete a ficha técnica que outras skins do modelo costumam carregar: "Easily recognizable for its unique bullpup design, the P90 is a great weapon to shoot on the move due to its high-capacity magazine and low recoil." A frase que importa para a estética da pele vem em seguida — padrão hidrográfico azul e cinza aplicado. A palavra-chave é "hydrographic", um tipo específico de acabamento no Counter-Strike inspirado num processo industrial real que existe fora do jogo.
A hidrografia — também chamada de water transfer printing — funciona assim. Uma película fina e solúvel em água é impressa com o padrão desejado e colocada sobre a superfície de um tanque. Um ativador químico é borrifado sobre o filme, dissolvendo parcialmente a base da película e transformando a tinta em uma camada flutuante na superfície da água. O objeto a ser decorado é então mergulhado lentamente através dessa camada. A pressão hidrostática empurra o filme contra cada ângulo, recorte e curvatura da peça, e quando o objeto emerge do tanque, está envolto no padrão. A base de PVA sobrante se dissolve junto com a água do banho.
A P90 Blue Tac traduz esse processo real em textura digital. A pele pertence à categoria Hydrographic dentro do catálogo oficial de finishes, tipo de acabamento que a Valve incluiu para imitar exatamente essa técnica de imersão. O azul e o cinza se distribuem pela arma inteira como se tivessem sido fisicamente aplicados num tanque — respeitando cada dobra do corpo bullpup, cada recorte do receiver, cada curva do carregador translúcido que corre sobre o topo da arma.
A descrição in-game, aqui, não decora. Instrui.
A Coleção Ascent
A Blue Tac integra a Coleção Ascent, um conjunto de skins de paleta majoritariamente fria — azul, cinza, verde e tons terrosos. O tema visual geral do lote flerta com elementos naturais e atmosféricos, e os títulos das peles reforçam essa leitura: estratosfera, recife, oceano, tempestade, neblina, ovo de pássaro.
Mas existe um segundo eixo no meio da coleção, menos óbvio. Ao lado da Blue Tac aparece a XM1014 Gum Wall Camo — nome que remete a um muro coberto de chicletes em Seattle, atração turística improvável onde visitantes deixam gomas mascadas grudadas na parede até que o acúmulo tenha virado obra coletiva. Blue Tac e Gum Wall Camo compartilham nomes ligados a coisas que se colam em paredes — uma de massinha de recado, outra de chiclete mascado. A coincidência está ali, impressa nos dois títulos.
Outras peles do mesmo lote incluem a M4A1-S Stratosphere, a AK-47 Midnight Laminate, a USP-S Royal Guard, a Desert Eagle Mint Fan, a FAMAS Yeti Camo e a P90 Reef Grief — essa última, outra pele de P90 dentro da mesma coleção, em paleta de verde-água. Duas P90s irmãs: uma chamada de recife, outra de papelaria.
O Lugar na Hierarquia e a Última Camada
A Blue Tac está marcada como Consumer Grade, o degrau de entrada da hierarquia de raridades do jogo. Dentro da estrutura do Counter-Strike, as skins se dividem em tiers que vão da camada base — onde mora a Blue Tac — até camadas progressivamente mais raras e difíceis de obter. Consumer Grade é o ponto de partida: o lugar onde entram as pinturas mais comuns, que o sistema distribui com mais frequência nos drops dos jogadores.
Para uma P90 que carrega um trocadilho na etiqueta, o posicionamento combina com o tom. A pele não disputa os postos superiores da Coleção Ascent. Ela ocupa a camada em que o jogador recebe skins com mais facilidade, e cumpre aí uma função diferente: aparecer no inventário, circular no servidor, ser vista em partida pelo que é — uma P90 pintada de azul hidrográfico que roubou o nome de papelaria inglesa.
O flavor text acrescenta uma última camada: "Let it rip." Frase curta em inglês que funciona como exortação de ação — "solta", "manda ver", "libera". Nenhum verbo doméstico no texto. A etiqueta da pele não fala sobre colar cartazes na parede do quarto. Fala sobre atirar. O contraste entre o nome (referência a adesivo de recados) e a legenda (ordem de ação) completa o gesto: a skin faz piada de ponta a ponta sobre o que é e sobre o que não é.
Desgaste Sem Fronteira
A Blue Tac habita o espectro completo do sistema de desgaste da Valve. A pele existe em todas as faixas de wear que o jogo oferece, do acabamento mais preservado ao estado mais arranhado. Isso a separa de peles de tier alto que costumam chegar ao catálogo com faixas restritas — aqui, o jogador encontra exemplares limpos, intermediários e bastante castigados, conforme a sorte do drop decidir.
O comportamento visual do hidrográfico sob desgaste segue a lógica padrão do sistema. O filme perde uniformidade conforme o float cresce, pontos do metal da arma começam a reaparecer por baixo do padrão, e o azul vai cedendo espaço para o cinza do aço exposto. Em estados mais avançados, a textura do filme fica fragmentada — como se a película tivesse sido aplicada há tempo demais, num objeto que passou por muito uso. Em faixas mais limpas, o padrão aparece denso, uniforme, azul sobre cinza nítido.
O Veredito
A P90 Blue Tac é, antes de tudo, um trocadilho. O nome ecoa uma massinha adesiva britânica que nasceu por acidente em um laboratório de selantes, que foi pigmentada de azul para que crianças não a comessem, e que hoje prende cartazes em paredes de quarto pelo mundo afora. Sobre o corpo bullpup de uma submetralhadora belga, esse mesmo fonema vira pintura hidrográfica — padrão aplicado por imersão em tanque na vida real, ou pela versão digital que a Valve incluiu com o mesmo nome da técnica.
A pele faz parte da Coleção Ascent, um lote marcado por referências a elementos naturais e a objetos domésticos curiosos. Divide a coleção com a XM1014 Gum Wall Camo — a outra integrante cujo nome se refere a algo que se cola em parede. Dois itens diferentes, duas referências adjacentes, uma mesma piada silenciosa sobre o que gruda.
Ocupa o degrau Consumer Grade dentro da hierarquia do jogo. A posição combina com o espírito do nome — uma skin que não tenta ser raridade, mas que carrega, no rótulo, a história acidental de um adesivo de escritório britânico.
Uma submetralhadora chamada de massinha. Uma massinha que nasceu branca e ficou azul para não virar doce. E, entre as duas, um hidrográfico aplicado numa P90 como se tivesse saído de um tanque de imersão industrial. O trocadilho que a Coleção Ascent costurou na etiqueta, e que a arma aceitou sem constrangimento.
Perguntas frequentes sobre P90 | Blue Tac
Respostas rápidas com base em dados atualizados de marketplaces.
Quanto custa a P90 | Blue Tac em CS2?
A P90 | Blue Tac custa entre R$0 e R$1 em BRL, dependendo do exterior e do marketplace. Preços monitorados em 7 marketplaces.
Quais exteriors da P90 | Blue Tac estão disponíveis?
A P90 | Blue Tac pode ser encontrada nos seguintes exteriors: Factory New, Minimal Wear, Field-Tested, Well-Worn, Battle-Scarred. Cada exterior tem float range próprio e afeta o preço e a procura pela skin.
Qual a raridade da P90 | Blue Tac?
A P90 | Blue Tac é classificada como Consumer Grade (padrão). A raridade influencia diretamente o preço e a liquidez da skin no mercado.
A P90 | Blue Tac é líquida? Consigo revender rápido?
Foram 847 negociações da P90 | Blue Tac nos últimos 7 dias somando todos os exteriors. Liquidez alta — a skin costuma vender rápido nos marketplaces principais.
De qual coleção é a P90 | Blue Tac?
A P90 | Blue Tac faz parte da coleção The Ascent Collection. Skins da mesma coleção normalmente compartilham temática visual e podem ter dinâmicas de preço correlacionadas.
The Ascent Collection

Stratosphere

Midnight Laminate

Royal Guard

Mint Fan

Reef Grief

Royal Baroque

Yeti Camo

Cobalt Paisley
Skins parecidas de P90
Mesma arma, faixa de preço próxima, ordenadas por liquidez.



