
Bayonet | Damascus Steel
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Sobre Bayonet | Damascus Steel
Uma arma de urgência vestida pela metalurgia que ninguém consegue reproduzir.
A baioneta surgiu para resolver um problema de tempo. Com o mosquete descarregado e o inimigo avançando, a solução era transformar a arma de fogo em arma branca — e seguir lutando. Segundo a tradição mais difundida, o nome remonta à cidade de Bayonne, no sudoeste da França, embora a origem exata permaneça debatida entre historiadores. Era uma ferramenta que não pedia admiração. Pedia eficiência.
O aço Damasco pedia outra coisa. Exigia domínio sobre o carbono, sobre o ciclo de aquecimento e resfriamento, sobre o tempo de forja. E entregava, como subproduto desse domínio, um padrão visual que nenhum ferreiro desenhava deliberadamente — ondulações sobre o metal, como água correndo sobre aço. Não era decoração. Era consequência de um processo metalúrgico que a ciência moderna ainda tenta decifrar.
A Bayonet Damascus Steel junta essas duas linhagens. Uma das facas mais utilitárias do arsenal do CS2 recebe o acabamento que carrega uma das histórias mais densas entre os finishes disponíveis.
O Enigma do Wootz
O nome "Damascus" funciona como uma das marcas comerciais mais antigas da metalurgia. O aço era comercializado em Damasco, na Síria — embora a produção principal ocorresse em outro continente. A matéria-prima vinha de outro continente.
No sul da Índia, metalurgistas produziam um aço de alto carbono chamado wootz. O processo envolvia aquecer ferro poroso com aparas de madeira em cadinhos selados de argila, até que o metal absorvesse carbono e fundisse. Os lingotes resultantes eram exportados para forjas do Oriente Médio, onde ferreiros os transformavam em lâminas. Damasco era o entreposto. A Índia era a fábrica.
Uma das explicações mais aceitas para a singularidade dessas lâminas envolve a composição do minério. Vestígios de vanádio, tungstênio e manganês, presentes em quantidades ínfimas no wootz, teriam migrado para planos específicos dentro da microestrutura do aço durante a forja. Esse fenômeno — descrito como segregação de carboneto — produziria bandas alternadas de cementita visíveis na superfície da lâmina. O padrão ondulado — chamado pelos árabes de algo próximo a "águas" — emergia do interior do metal.
Em algum momento, essas lâminas deixaram de ser produzidas. Uma das teorias mais citadas aponta para a escassez das jazidas indianas com a composição mineral adequada. Sem o minério específico, os padrões teriam parado de aparecer — embora a questão permaneça em aberto entre metalurgistas.
O enigma ganhou uma camada nova quando pesquisadores da Universidade Técnica de Dresden analisaram uma lâmina histórica e relataram ter identificado nanotubos de carbono e nanofios de cementita — estruturas em escala nanoscópica que os ferreiros da época não tinham como visualizar. A hipótese levantada é que os elementos-traço do wootz teriam atuado como catalisadores involuntários na formação dessas nanoestruturas. A descoberta permanece debatida, mas sugere que o material era mais complexo do que os métodos da época permitiam compreender.
De Ferramenta de Campo a Ícone de Arsenal
A baioneta evoluiu de improviso tático a equipamento padrão. No CS2, o modelo da Bayonet descende da tradição do M9 — faca multiuso adotada por forças armadas, projetada para funcionar como ferramenta de campo tanto quanto arma de combate. A lâmina reta, o perfil limpo, a empunhadura funcional: tudo comunica propósito, não ornamento.
É a identidade oposta à de facas como a Karambit — curvatura agressiva, animação de giro — ou a Butterfly Knife, com seu ritual de abertura. A Bayonet não performa. Executa. E quando o acabamento Damascus Steel reveste essa lâmina reta, o contraste se torna parte da narrativa: a faca que não pede atenção carregando um acabamento que recompensa especialmente quem olha de perto.
A Linhagem Chroma
O acabamento Damascus Steel integra a família de finishes Chroma, que estreou no Chroma Case como parte da atualização Full Spectrum. A Bayonet foi uma das primeiras facas a receber essa linhagem — ao lado de Karambit, M9 Bayonet, Flip Knife e Gut Knife.
São seis acabamentos com identidades visuais distintas: Doppler, Marble Fade, Tiger Tooth, Ultraviolet, Rust Coat — e Damascus Steel. Se Doppler opera com fases cromáticas e Tiger Tooth aposta no dourado saturado, Damascus Steel é a aposta no neutro. Prata, cinza, ondulações metálicas. Numa família que privilegia o impacto visual imediato, Damascus Steel é o acabamento que revela complexidade sob inspeção — não à distância.
Pátina como Linguagem
O finish Damascus Steel pertence à categoria Patina no sistema de acabamentos do CS2. A distinção importa: o float não simula dano. Simula passagem de tempo.
Em floats baixos, a lâmina exibe o padrão ondulado em alto contraste — prata luminosa, linhas bem definidas, metal que parece recém-polido. À medida que o float sobe, a pátina escurece progressivamente. As ondulações perdem definição contra um fundo mais sombrio, e o brilho cede lugar a um tom fosco e grave. Mas não há arranhões, abrasões ou descascamento. Uma Bayonet Damascus Steel com float elevado não parece danificada. Parece que esteve em serviço por gerações.
O comportamento reflete o material de referência. O aço Damasco real desenvolvia uma pátina escura com o uso e a exposição. Colecionadores de lâminas históricas valorizam essa camada — ela protege o metal e intensifica o contraste do padrão ondulado. No CS2, a mesma lógica se aplica: o desgaste não diminui a skin. Transforma o caráter dela.
A Medida da Lâmina
"Finally, a weapon strong enough to match your resolve."
O flavor text não fala de ondulações, metalurgia ou nanotubos. Fala de adequação — de uma arma que está, enfim, à altura de quem a empunha. No contexto de uma skin que evoca um aço cuja reprodução exata permanece fora do alcance da metalurgia contemporânea, a frase carrega mais peso do que o tom genérico sugere.
A Bayonet Damascus Steel é uma faca de campo revestida por uma das tradições metalúrgicas mais reverenciadas da história das lâminas — uma tradição cuja reprodução exata permanece fora do alcance da metalurgia contemporânea. A baioneta nasceu para servir. O aço Damasco nasceu para durar. A skin preserva as duas intenções num objeto que não pode ser tocado, mas que carrega mais história do que a maioria das facas que existem fora da tela.
Perguntas frequentes sobre Bayonet | Damascus Steel
Respostas rápidas com base em dados atualizados de marketplaces.
Quanto custa a Bayonet | Damascus Steel em CS2?
A Bayonet | Damascus Steel custa entre R$860 e R$1.995 em BRL, dependendo do exterior e do marketplace. Preços monitorados em 10 marketplaces.
Quais exteriors da Bayonet | Damascus Steel estão disponíveis?
A Bayonet | Damascus Steel pode ser encontrada nos seguintes exteriors: Factory New, Minimal Wear, Field-Tested, Well-Worn, Battle-Scarred. Cada exterior tem float range próprio e afeta o preço e a procura pela skin.
Qual a raridade da Bayonet | Damascus Steel?
A Bayonet | Damascus Steel é classificada como Covert (coberta). A raridade influencia diretamente o preço e a liquidez da skin no mercado.
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Foram 49 negociações da Bayonet | Damascus Steel nos últimos 7 dias somando todos os exteriors. Liquidez alta — a skin costuma vender rápido nos marketplaces principais.
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